O 1º SIMPÓSIO DO SUL DA BAHIA realizado ontem (02) na UESC, discutiu as novidades no tratamento e politicas publicas da doença Anemia Falciforme. Doença genética, hereditária e mais comum nas pessoas negras, a Anemia Falciforme não tem cura.
De acordo com a Presidenta da Associação de Pessoa com Doença Falciforme de Ilhéus, Maria Noêmia, 102 pessoas que fazem tratamento na cidade, enfrentam diversas dificuldades para realização do tratamento, como por exemplo: a falta desde do inicio do ano do Acido Fólico, remédio de uso continuo e diário que evita as dores crônicas destes pacientes.
Em contato com a redação do Blog Ilhéus Informe, Maria Noêmia ainda relatou que a Clinica que atende os pacientes com Doença Falciforme, não tem água, o telefone está sem funcionar por falta de pagamento e ainda, há uma grande dificuldade para conseguir marcar um simples exame de laboratório. “Estes pacientes devido às consequências que acarretam a Doença Falciforme, precisam passar por consultas com outros especialistas, exames de imagens, cirurgias, mas, do jeito que está, estamos tendo dificuldades com os procedimentos básicos”, lamentou a Presidenta da Associação.
A TV Santa Cruz não conseguiu contato com a Secretária de Saúde nem por meio da Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal.
Assistam a reportagem completa da TV Santa Cruz sobre o evento.




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