A Justiça negou o pedido de Najila Trindade para desarquivamento do inquérito policial e retomada das investigações da acusação de estupro que ela fez contra Neymar. O advogado da modelo, Cosme Araújo, queria reabertura do caso e uma série de medidas para retomada da apuração. O Ministério Público se manifestou contra, avaliação que prevaleceu na decisão da juíza Ana Paula Gomes Galvão Vieira de Moraes.
“Indefiro o pedido para desentranhamento da manifestação da defesa nos autos, uma vez que não vislumbro nenhum tipo de irregularidade ou impedimento”, escreveu a magistrada em trecho da decisão.
Em outra parte, ela ressaltou que a solicitação não atendia aos critérios legais para desarquivar uma investigação. “Anote-se, novamente, que o desarquivamento só se faz possível com base em novas provas”, justificou.
Cosme Araújo queria a retomada das investigações e a avaliação das imagens do hotel em que Najila se hospedou em Paris e onde ela alegou que teria ocorrido o crime. O advogado dela também reclamou que a defesa de Neymar anexou um documento no inquérito. Por último, não concordou com a delegada ter aproveitado um depoimento que o ex-marido de Najila deu na investigação que apura suposto furto e tentativa de extorsão e que corre em outra delegacia.
A juíza explicou que considerava as solicitações “desnecessárias”. A magistrada foi inclusive mais dura que o Ministério Público, que concordou com a retirada do inquérito policial do documento apresentado pela defesa de Neymar. Do Varela Noticias




0 comentários:
Postar um comentário